Sal Refinado X Sal Marinho

8 12 2009

salSabe-se que o ser humano não pode viver sem o sal. Biologistas afirmam freqüentemente a importância do cloreto de sódio para a manutenção do metabolismo e do equilíbrio do sistema imunológico, ou de defesa.

Na Natureza os seres vivos adquirem o sódio dos alimentos, sem precisar adicionar alguma coisa, como no caso do sal extra usado pelo homem. Na verdade, se vivêssemos em ambiente bem natural, usando apenas alimentos retirados do meio ambiente puro, não precisaríamos de sal. Porém vivemos hoje uma situação mais artificial, sendo grande o nosso desgaste físico e a conseqüente perda de minerais importantes, seja pelo “stress” moderno, excesso de trabalho, perturbações emocionais (ver, por exemplo, o problema da perda de Zinco nas neuroses e psicoses) seja pelos antinutrientes da dieta comum (açúcar branco, farinhas refinadas etc.) e pela ma alimentação.

Existe muita confusão, no entanto, quanto ao uso do sal marinho puro e do sal refinado, sendo que o primeiro e que contém elementos importantes e o segundo é prejudicial.

O sal marinho contém cerca de 84 elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. Perde-se então enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros menos importantes, que, no entanto, representam excelente fonte de lucros. Uma industria que esteja lucrando com a extração desses elementos do sal bruto é geralmente poderosa e possui a sua forma de controle sobre as autoridades. É claro que será então dada muita ênfase a importância do sal refinado empobrecido e pouca ao sal puro, integral, abominado.

Durante a “fabricação” na lavagem do sal marinho são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de “controle”.
No entanto é geralmente usado numa quantidade 20% superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireóide diferentes do bócio, como nódulos (que hoje em dia as pessoas estão tendo em freqüência maior) de natureza diversa, tumores, câncer, hipoplasia etc.
O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. O problema que fez com que se exigisse a iodatação artificial do sal é que industrias poderosas têm interesse na extração de produtos do sal bruto e na venda do sal refinado. Na trama montada, há também o interesse na venda do iodeto de potássio que gera lucros absurdos para multinacionais. Imagine-se quanto iodeto não é vendido uma vez mantido este processo.

Jacques de Langre chama esse mecanismo de “Big Oceano Multinacional Busines Organization”, capaz de controlar governos (principalmente o nosso…) e mobilizar profissionais cegos e manipulados da área de saúde a defenderem o sal refinado até mesmo na imprensa, como aconteceu recentemente no Brasil.

Existem problemas também não observados quanto à adição de iodo artificial. Os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz. Assim, a dextrose é adicionada como estabilizante, porém, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal de mesa uma inconveniente cor roxa, o que exige então a adição de alvejantes como o carbonato de sódio, grande provocador de cálculos renais e biliares, conforme vários estudos científicos. Este produto existe em quantidades descontroladas no sal refinado, pois é impossível a sua distribuição uniforme. Produz cálculos em animais de laboratório, quando usado diariamente em quantidades um pouco inferiores as encontradas habitualmente no sal de cozinha.

Também no processo de lavagem são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível) e esqueletos de animais marinhos invisíveis.
De certa forma, em pequenas quantidades, estes fatores fornecem importantes oligoelementos como zinco, cobre, molibdênio etc., além de cálcio natural. O krill é o alimento único e básico das baleias.

Na industrialização do sal, freqüentemente é feita, então, uma lavagem a quente para melhor “clarear” o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na ativação e figuração
de enzimas e coenzimas. A utilização do vácuo durante o processo auxilia também a perda de elementos.

Depois de empobrecido, o sal industrial é “enriquecido” com aditivos químicos, contendo então perto de 2% de produtos perigosos. Para evitar liquefazer-se e formar pedras (senão gruda nos saleiros e perde a concorrência para os sais mais “saltinhos”), recebe oxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar devido à sua origem não-natural. Depois outros aditivos são usados, como: ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos, entre eles o óxido de cálcio e o carbonato de cálcio. Obtém-se assim o sal refinado que agrada a dona-de-casa: branco, brilhante, soltinho, rico em antiumectantes, alvejantes, estabilizantes e conservantes, mas sem cerca de 2,5% de seus elementos básicos, que não são exigidos por lei…

Entre uma das perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio, presente no sal marinho sob a forma de cloreto, bromato, sulfato etc., de origem natural.

Sabe-se que a escassez de magnésio no sal refinado favorece também a formação de cálculos e arteriosclerose, além de arteriosclerose em diversas regiões do organismo quando o cálcio de origem não natural está presente, como é caso do sal industrializado.

Sabemos que o magnésio enquanto abundante no adulto é escasso em pessoas idosas, que está relacionado à sensibilidade precoce e impotência. O organismo adulto precisa de cerca de 1g de magnésio por dia. A desmineralização pela lixiviação do solo produz uma diminuição da quantidade de magnésio em vegetais e sementes. O magnésio também está diminuído nos cereais decorticados e farinhas brancas e sempre em quantidades suficientes nos produtos integrais. O sal refinado comum de mesa processado à vácuo ou fervido, possui quantidade de 0,07 % de magnésio. O magnésio promove a atividade das vitaminas e estimula numerosas funções metabólicas e enzimas como a fosfatase alcalina. Participa de modo importante no metabolismo glicídico e na manutenção de equilíbrio fosfato/cálcio.

Testes de laboratório revelam que cobaias desprovidas de magnésio param de crescer e morrem em 30 dias. Os benefícios do sal rico em magnésio são devidos ao espetacular estímulo ao crescimento normal de células.

O sal marinho não é a única fonte de magnésio. Ele está presente normalmente nas folhas verdes (como núcleo da molécula de clorofila) e em muitos alimentos do reino vegetal. Com a alimentação a base de produtos refinados, como sal, açúcar, cereais etc., as pessoas estão expostas a muitos problemas, sem que as autoridades sanitárias atentem para a situação.

Não é necessário usar uma grande quantidade de sal marinho na dieta, como pode parecer. Bastam pequenas quantidades. Sabe-se também que o teor de sódio deste sal é menor que no refinado, que possui elevadas concentrações de sódio sob
a forma de cloreto. Isto pode ser verificado provando-se os dois. O sal refinado produz uma sensação desagradável devido a sua concentração, ao passo que uma pedrinha de sal marinho é até agradável ao paladar. Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho.
O hipertenso pode até usar sal marinho no alimento, dependendo da sua condição clínica, pois os teores de sódio são menores.

O consumo de sal refinado é hoje muito exagerado.
A quantidade usada é estimada em 30 g por dia por pessoa, sendo maior se existe o costume de usar alimentos mais salgados do que o habitual. Um prato de comida contém de 8 a 10 g de sal, não estando com sabor muito salgado.
Mensalmente uma pessoa consome cerca de 1 quilo de sal, o que é já um grande excesso.

Sabemos que quando um médico atende um paciente que sofre de pressão alta ele diminui ou suspende o sal, pois a sua capacidade hipertensiva já é conhecida, mas nada se faz para prevenir mais casos de pressão alta informando a população sobre os efeitos do sal. Ao contrario, levianamente, médicos e autoridades permitem que se use quanto se queira do mesmo. É freqüente que, quando alguém mais consciente recomenda ou usa o sal marinho, a “autoridade” reprove o uso preocupada com um fator menos importante que ela apenas “acha” que ocorre que é a “falta” de iodo do sal dos “naturalistas”.
O mais curioso é que os médicos, sem saberem, também estão correndo o risco de sofrerem de hipertensão, problemas renais etc., pois usam o sal refinado.

Nos Estados Unidos e em vários países da Europa já existe sal “colorido”. Podemos ter em casa um sal azul, vermelho, roxo, verde e qualquer outra cor que se queira, como mais um resultado da capacidade tecnológica da nossa civilização.
Como mais um exemplo de fator antivida determinado por interesses em lucros fantásticos.
Resumo dos Efeitos do Sal Refinado e Doenças Correlatas:

Hipertensão arterial
Edemas
Eclampsia e pré-eclampsia
Arteriosclerose cerebral
Aterosclerose
Cálculos renais
Cálculos vesicais
Cálculos biliares
Hipoplasia da tireóide
Nódulos da tireóide
Disfunções das paratireóides

Resumo dos Aditivos Químicos do Sal Refinado:

Iodeto de potássio
Óxido de cálcio
Carbonato de cálcio
Ferrocianeto de sódio
Prussiato amarelo de sódio
Fosfato tricálcico de alumínio
Silicato aluminado de sódio
Dextrose
Talco mineral
Observação Importante:

O sal bruto, retirado das salinas não deve ser usado e sim o sal marinho moído fino (é o mesmo sal grosso próprio para churrascos). O sal bruto que provém dos compartimentos mecanicamente escavados das salinas possui até 20% de agentes poluentes quando oriundo de baías poluídas pelas industrias. No Brasil temos a sorte de não termos um sal bruto assim pois a maior parte dele provém de Cabo Frio (RJ) e Mossoró (RN).
Nos Estados Unidos o problema é mais grave, pois o sal contém de 7 a 20 % de agentes poluentes industriais e sujeira. Lá é necessário que ele seja bem lavado e refinado. O uso do sal bruto, mesmo que não muito poluído, está relacionado com o surgimento de calcificações e enrijecimento das juntas, pois estes problemas surgem quando há ingestão prolongada de água pura do mar.
Aconselha-se o uso em pequenas quantidades do sal marinho, evitando-se retirá-lo diretamente das salinas.
Ele deve passar antes pela primeira fase de lavagem leve, que não retira do sal elementos presos entre os cristais, como ocorre quando o sal é totalmente dissolvido nos tanques de hidratação e ionização.

O sal de rocha só deve ser usado em última circunstância pois não contém todos os elementos presentes no sal marinho. Origina-se da sedimentação de lagos ou águas paradas e é retirado de minas, também conhecido como “sal gema”. Grande parte dos microorganismos e minerais são perdidos com o tempo.
Fonte: Viver Natural – www.vivernatural.com.br





Resultados da aplicação de Superthrive e Osmocote

19 10 2009

Eis como minhas plantas ficaram bonitas após alguns meses de uso de Superthrive e Osmocote. A primavera veio com força total, diferente de tudo que já vi.
Passei anos lutando contra o calor e o vento em excesso que temos por aqui, tendo de regar as plantas até duas vezes ao dia e tendo muitos problemas com pragas e doenças. Todos esses problemas simplesmente acabaram!

A dobradinha Superthrive + Osmocote é o maior segredo da jardinagem de todos os tempos!

Brinco-de-Princesa (Fuchsia speciosa)

Brinco-de-Princesa (Fuchsia speciosa). Quem diria... Dando flor em pleno calorão tropical do Rio de Janeiro! Tenho essa planta há 5 anos e ela nunca floriu antes.

Brinco-de-Princesa (Fuchsia speciosa)

Brinco-de-Princesa (Fuchsia speciosa)

Eonymus fortunei 'Emerald Gaiety'. Essa é daquelas plantas compradas que morrem em duas semanas. Devido ao uso do Superthrive e Osmocote ela não morreu, e ainda se desenvolveu mais!

Eonymus fortunei 'Emerald Gaiety'. Essa é daquelas plantas de Supermercado que morrem em duas semanas após compradas. Essa aí não morreu, e ainda ficou mais bonita!

Impatiens walleriana 'variegata'

Impatiens walleriana 'variegata'

Acer negundo. Achei que finalmente ele ia morrer depois de anos em condição lastimável, afinal é uma planta de clima temperado, teoricamente não se aclimataria ao Rio de Janeiro. Mas com a juda do Superthrive ele rebrotou com força nessa primavera.

Acer negundo. Achei que finalmente ele ia morrer depois de anos em condição lastimável, afinal é uma planta de clima temperado (jamais se aclimataria ao Rio de Janeiro). Depois da aplicação dos produtos milagrosos ele rebrotou com força. Seja bem-vindo!

Alocasia cuprea

Alocasia cuprea

Beijos (Impatiens walleriana) e Begonias (Begonia x semperflorens)

Beijos (Impatiens walleriana) e Begonias (Begonia x semperflorens)

Palmeira Azul (Bismarckia nobilis). Ficou bem mirradinha por anos nesse vaso. Em poucas semanas após a aplicação do Superthrive ela lanções 3 folhas grandonas, em breve vai precisar de um espaço maior.

Palmeira Azul (Bismarckia nobilis). Ficou bem mirradinha por anos. Em poucas semanas após a aplicação do Superthrive ela lançou 3 folhas grandonas, em breve vai precisar de um espaço maior.

Hortênsia (Hydrangea macrophylla). Não costuma se desenvolver no Rio de Janeiro, mas com 'o segredo' elas vão maravilhosamente bem. Em breve posto fotos das flores.

Hortênsia (Hydrangea macrophylla). Não costuma se desenvolver no Rio de Janeiro, mas com 'o segredo' elas vão maravilhosamente bem. Em breve posto fotos das flores.

Meu Jardim caipira. Paisagisticamente incorreto, mas cheio de vida!

Meu Jardim caipira. Paisagisticamente incorreto, mas cheio de vida!

Lírio-da-Paz (Spathiphyllum-wallisi)

Lírio-da-Paz (Spathiphyllum-wallisi)

Noni (Morinda citrifolia). Frutificando mesmo estando em um vaso pequeno.

Noni (Morinda citrifolia). Frutificando mesmo estando em um vaso pequeno.

Salvia splendens. Dando um show mesmo à sombra. Elas nunca haviam florescido assim, é nitida a força que o hormônio e o fertilizante deram a elas.

Salvia splendens. Dando um show mesmo à sombra. Elas nunca haviam florescido assim, é nitida a força que o hormônio e o fertilizante deram a elas.

Vinca rosea

Vinca rosea

E finalmente as princesas (Salvia divinorum), crescendo como se estivessem no ambiente nativo. Parecem não se improtar com o calor anormal, nem mesmo com a falta de água.

E finalmente as princesas (Salvia divinorum), crescendo como se estivessem no ambiente nativo. Parecem não se importar com o calor anormal (Salvias odeiam calor), nem mesmo com a falta de água. Superthrive nelas!





Crescimento de Salvia divinorum

19 10 2009
Em 4 de Dezembro de 2008 ela estava assim.

Em 4 de Dezembro de 2008 ela estava assim.

Em 3 de julho de 2009

Em 3 de julho de 2009

Em 4 de agosto de 2009. Veja como cresceu!!!

Em 4 de agosto de 2009. Veja como cresceu!!!

Outras Salvias:

16 de julho de 2009

16 de julho de 2009

24 de julho de 2009

24 de julho de 2009

10 de agosto de 2009

10 de agosto de 2009

24 de agosto de 2009

24 de agosto de 2009

10 de setembro de 2009

10 de setembro de 2009

Depois disso as plantinhas foram repicadas para formar outras mudas.
Forneço mudas de Salvia dentro da melhor relação custo x benefício.
Entre em minha loja virtual.





Alternativas para aquecimento solar de água

26 09 2009

Quer aquecer água sem painel solar? Dê uma olhada nessas idéias muito originais.

Tubo solar - Aquecimento solar de água

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A ideia mais simples para aquecer água. Basta enrolar qualquer tubo preto e já está pronto! Mais info

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Faixa Solar - Aquecedor Solar de Água

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Compostagem residencial

7 09 2009

Compostagem

Quando o assunto é reciclagem, muitas pessoas sabem de cor o que fazer com produtos como latas, plásticos, vidros e papéis, que atualmente podem ser separados para serem coletados pelo sistema de coleta seletiva da Comlurb (nos bairros que contam com o serviço) ou mesmo para serem levados a alguns postos de recebimento de produtos recicláveis espalhados pela cidade, como as Estações de Reciclagem Extra H2OH, encontrados em alguns supermercados da rede Extra. Mas a questão muda em relação aos produtos orgânicos, como restos de comida e cascas de frutas e verduras, que quase sempre vão parar na lixeira comum. Muitos especialistas ambientais ressaltam, no entanto, que o desperdício só ocorre pela falta de conhecimento das pessoas, já que o lixo orgânico pode e deve ser aproveitado dentro de casa.

Uma das formas mais interessantes de se utilizar produtos orgânicos é por meio da compostagem. A compostagem é um processo natural de decomposição de materiais orgânicos pela ação de microorganismos, cujo produto final é o “húmus”, um adubo natural de ótima qualidade para plantas. A técnica pode ser feita com o uso de uma caixa apropriada, mesmo dentro de ambientes pequenos, como apartamentos, e é defendida por ambientalistas.

De acordo com a consultora ambiental Tais Queiroz, que trabalha na Recicloteca, um centro de informação sobre meio ambiente e reciclagem, a compostagem é a solução ideal quando as cascas de frutas e verduras estão muito machucadas ou estragadas a ponto de não mais serem aproveitadas.

“É muito fácil criar uma caixa composteira. Com uma caixa organizadora, alguns potes de sorvete, borras de café e restos de alimentos é possível criar um composto que, num período de dois meses, vai se transformar em um ótimo adubo para plantas de vasos ou de jardim.”, explica a consultora.

Compostagem1Para Tais, o principal motivo de muitas pessoas não realizarem a compostagem é a falta de conhecimento sobre a praticidade do processo. Ela diz que muitas pessoas têm a idéia equivocada de que a caixa poderia causar mal cheiro ou atrair de insetos ou ratos.

“Não dá cheiro ruim. A borra de café ajuda a evitar o cheiro. Nos primeiros dias, aparecem uns mosquitinhos, que são aqueles que normalmente dão em frutas que estão ficando estragadas, mas, depois de alguns dias, passa. Até porque a caixa fica fechada, com apenas alguns furos para que o composto possa respirar.”, garante.

Já a consultora socioambiental Pólita Gonçalves enfatiza os benefícios que a separação adequada do lixo e o uso das composteiras trazem para o Poder Público e para os próprios cidadãos.

“Quando a pessoa diminui os materiais tóxicos dos aterros sanitários, ela otimiza a gestão dos resíduos da cidade, com o prolongamento da vida útil desses aterros e com a redução dos gastos públicos. É importante lembrar que somos nós que pagamos por essa gestão”, afirmou Pólita.

Para construir uma composteira em casa não é preciso muito espaço. De acordo com especialistas, uma pequena caixa de composto pode ser montada num espaço inferior a um metro quadrado. O composto também não precisa de sol, bastando uma área de sombra que seja arejada. Qualquer resto de frutas ou verduras pode ser utilizado. No caso de comida comum, as exceções ficam por conta de resíduos que contenham açúcar, sal ou óleo de cozinha.

A fim de disseminar a utilização da compostagem entre os cidadãos e, ao mesmo tempo, desmitificar a idéia de que é necessária uma área grande para colocar o processo em prática, a Recicloteca produziu um vídeo para ensinar como fazer um composto dentro de um apartamento.

Assista ao vídeo de como fazer no link abaixo.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/debemcomorio/mat/2009/09/04/especialistas-defendem-compostagem-como-solucao-para-lixo-organico-residencial-767470629.asp





Melhoral, Anador ou Novalgina (Justicia pectoralis)

18 07 2009

O Melhoral (Justicia pectoralis) é uma planta herbácea de até 60 cm de altura que produz flores brancas ou róseas. Suas folhas e caules contém cumarina, um anticoagulante, e DMT, um alucinógeno. É largamente utilizada como planta medicinal na América do Sul e também é usado em rapés sagrados (feitos com as sementes de duas espécies de Virola, ambas nativas da Amazônia) por ter aroma semelhante ao de baunilha.

Justicia pectoralis1O Melhoral é uma planta trepadeira ou rasteira com ramos finos que enraizam facilmente nos nós. Folhas opostas e lanceoladas com pecíolos um pouco ondulados. Flores em panículas e tubulares com 2 lábios pubescentes de cor branca, lilás ou rosa por vezes pontilhada de roxo escuro. Sementes são achatadas e aveludadas e se formam em cápsulas. A variedade stenophylla foi originalmente usado pelos povos indígenas da Colômbia e bacia do Amazonas. Várias tribos indígenas adicionavam o pó das folhas secas ao pó das sementes da Virola thetodora produzindo assim um rapé alucinógeno.

A planta contem betaína, cumarina e unbclliferone, além de DMT, um composto alucinógeno da família das triptaminas. Ramos do Melhoral são vendidos em feiras. As pessoas utilizam-se como sedativo e chá expectorante. No Panamá toma-se o chá para aliviar asias e dores nas pernas. Em Porto Rico se produz um xarope expectorante famoso produzido a partir do Melhoral. Em Guadalupe e Martinica um extrato é utilizado como digestivo e misturado com óleo vegetal é um remédio para o pulmão. As folhas são utilizadas como curativo sobre feridas. Em Trinidad, o xarope à base de Melhoral é usado para tosse, bronquite, gripe, febre e náuseas.

De fácil propagação, cresce em clima tropical e subtropical, locais onde pode tornar-se espontanea. As folhas ficam amareladas quando é cultivado em pleno sol e tornar-se verde escuro quando na sombra. Não sobrevive a geadas.

Justicia pectoralisDe acordo com o PlantaMed:

Nome científico: Justicia pectoralis Jacq. var. stenophylla Leonar.

Família: Acanthaceae.

Sinônimos botânicos de Justicia pectoralis Jacq.: Dianthera pectoralis (Jacq.) J.F. Gmel., Dianthera pectoralis (Jacq.) Murray, Ecbolium pectorale (Jacq.) Kuntze, Psacadocalymma pectorale (Jacq.) Bremek., Rhytiglossa pectoralis (Jacq.) Nees, Stethoma pectoralis (Jacq.) Raf.

Outros nomes populares: anador, cerebril, chambá, cerebril, carpinteiro, cerebril, carpinteiro, erva-de-santo-antonio, peristrofe, pingo-de-ouro, trevo-do-pará, trevo-cumarú.

Constituintes químicos: 2″-O-rhamnosil-swertiajaponina, ácido alfa-aminobutírico, ácidos palmítico, alanina, alcalóides indólicos, aminoácidos fosfoserina, asparagina, betaína, b-sisterol, cumarinas, esteárico, esteróis, fenilalanina, flavonóides, glicina,, hidroxifenil propiônicohidroxiprolina, leucina, lignanos (naftalido lignano, justicidina B), mucilagens, N-metiltriptamina, N,N-dimetiltriptamina, óleo essencial, ornitina, prolina, isoleucina, lisina, saponinas, serina, swertiajaponina, swertisina, treonina, umbeliferona, valina, vascina;
Em algumas variedades foi encontrado: ácido salicílico, álcool alifático, aminas aromáticas, esteróis, quempferol, triptaminas.

Propriedades medicinais: adstringente, analgésica, antibacteriana, antiinflamatória, afrodisíaca, anti-reumática, anti-hemorrágica das vias urinárias, béquica, broncodilatadora, cicatrizante, catamenial, expectorante, febrífuga, peitoral, peitoral, relaxante da musculatura lisa, sedante nervoso, sedativa, tranquilizante.

Indicações: afecção nervosa, afta, dermatite, catarro brônquial, corte, ferida, fígado, gastralgia, gogo de aves, gota, insônia, vias respiratórias.

Parte utilizada: folhas, ramos.

Contra-indicações/cuidados: alucinógeno em doses elevadas.

Modo de usar:
Uso interno: infusão, decocção e sumo.
Uso externo: suco e decocção (banhos).
O arilo das sementes combate o gogo de aves.

Fonte: http://www.ervamed.kit.net/plantaservas/especies/Justicia_pectoralis_stenophylla.htm





Pedilanthus tithymaloides

18 07 2009
  • Pedilanthus tithymaloides5Nome Científico: Pedilanthus tithymaloides
  • Sinonímia: Euphorbia tithymaloides, Tithymaloides myrtifolium, Tithymalus myrtifolius
  • Nome Popular: Sapatinho-do-diabo, Dois-amores, Dois-irmãos, Picão, Sapatinho-de-judeu, Sapatinho-dos-jardins, Planta-zigue-zague, Zigue-zague, Pedilanto
  • Família: Euphorbiaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América Tropical
  • Ciclo de Vida: Perene

O sapatinho-do-diabo é um arbusto suculento, de seiva leitosa, nativo das florestas tropicais secas da América Central e América do Sul. Atingindo cerca de um metro e meio de altura, ele apresenta ramos verdes, em zigue-zague, que acompanham a disposição alterna das folhas. As folhas são ovais, coriáceas e de acordo com a variedade podem ser verdes ou variegadas de branco, creme e rosa. As flores são protegidas por brácteas róseas ou vermelhas, que dão à flor um aspecto de sapatinho. Suas flores são atrativas para beija-flores e abelhas.

Pedilanthus tithymaloides de folhas variegatas

Pedilanthus tithymaloides de folhas variegatas

No paisagismo o sapatinho-do-diabo pode ser utilizado isolado ou em grupos, formando bordaduras ou maciços. Seu porte pode ser facilmente controlado através de podas. Da mesma forma, é possível estimular a ramificação e a renovação da planta com cortes periódicos. Uma planta velha e que perdeu as folhas, pode ser rejuvenescida com uma poda drástica, que deixe poucos centímetros dos ramos acima do solo. A escolha desta espécie geralmente é feita devido à sua folhagem e ramos de aparência exótica, no entanto, eventualmente a planta nos presenteia com sua delicada floração. É possível encontrar também variedades anãs, próprias para o plantio em vasos e que podem ser aproveitados na decoração de varandas e interiores.

O sapatinho-do-diabo é alvo de muitas investigações científicas, no campo da medicina e até mesmo dos combustíveis. Diversas pesquisas indicam que a planta possui substâncias antiinflamatórias, antibacterianas e antiparasitárias. Cientistas de Taiwan, obtiveram

Pedilanthus tithymaloides com flores

Pedilanthus tithymaloides com muitas flores

um combustível ceroso extraído da planta que é rico em hidrocarbonetos pesados, capaz de produzir mais energia que a gasolina. Na Índia, onde escapou ao cultivo, o sapatinho-do-diabo é considerado uma importante planta daninha e pode ser encontrado em muitos terrenos baldios.

O latex da planta é efetivo na remoção de verrugas.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado com moderação. Tolerante a solos pobres e curtos períodos de estiagem. Aprecia o calor, não tolerando frio intenso, geadas ou encharcamento. Quando enfrenta seca muito prolongada perde as folhas. As fertilizações devem ser restritas à primavera e verão. Multiplica-se por facilmente por estacas. Deve-se ter muito cuidado ao manipular e podar a planta, pois seu látex é cáustico e tóxico, podendo causar queimaduras em contato com a pele e mucosas.

Fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/pedilanthus_tithymaloides.php

Pedilanthus tithymaloides2Nome científico Pedilanthus tithymaloides (L.) Poit.

Família: Euphorbiaceae.

Sinônimos botânicos: Euphorbia tithymaloides L.

Outros nomes populares: dois-irmãos, picão, sapatinho-de-judeu, sapatinho-do-diabo, sapatinho-dos-jardins.

Propriedades medicinais:
- extrato da raiz e o látex: vomitivos;
- látex: cáustico enérgico e acre, calicida, anti-hemorrágico.

Indicações: sífilis, úlceras, verrugas, regenerar carne dilacerada, amenorréia.
Pedilanthus tithymaloides variegata
Parte utilizada: toda a planta.

Contra-indicações/cuidados: por encerrar látex cáustico e tóxico, o uso da planta deve ser feito sob orientação médica.

Modo de usar: Utiliza-se externamente. O uso interno só mediante orientação médica.
Decocção de toda a planta: amenorréia.

Algumas espécies do gênero: Pedilanthus.

Fonte: http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Pedilanthus_tithymaloides.htm





“Humus Sapiens” a solução!

14 07 2009

Video de divulgação do Sanitário Seco “Húmus Sapiens” desenvolvido pelo Ecocentro IPEC em PIrenopolis, Goias, Brasil. O Húmus Sapiens foi finalista do prêmio Tecnologia Social promovido pela Fundação Banco do Brasil em 2005.





Jurubeba (Solanum paniculatum)

10 07 2009
Jurubeba (Solanum paniculatum)

Jurubeba (Solanum paniculatum)

A jurubeba (Solanum paniculatum L) é uma planta medicinal de sabor amargo, comum em quase todo o Brasil.

A infusão do seu caule e da sua raiz em álcool de cana (cachaça) é popularmente utilizada como aperitivo e como digestivo.

A medicina popular recomenda o seu chá como tônico cardiovascular, estimulante do apetite, do fígado (colagogo) e do baço, contra problemas da digestão, diurética, hipoglicemiante, antianêmica, febrífuga e cicatrizante. É também eficiente nos seguintes casos: Febre, hidropsia, doenças do fígado, diabetes, tumores do útero e abdomen, anemias, inflamações do baço, problemas de bexiga e ressaca.

Há casos de utilizações da Jurubeba em tratamento de afecções da pele, como a acne.

Considerada uma planta invasora, devido à sua facilidade de colonização dos mais variados tipos de ambientes.

Solanum_paniculatum1

Espécies semelhantes:

Solanum fastigiatum
A Solanum fastigiatum, conhecida como jurubeba do sul, é uma planta nativa na região Sul do Brasil, ocorrendo também nos países da Bacia do Prata. Comum no Rio Grande do Sul, especialmente na Depressão Central; pr
esente também em outros estados sulinos. A origem do nome vem do adjetivo latino “fastigiatum”, “que termina em ponta”, motivado pelos ramos fasciculados da inflorescência, que apresentam frutos em suas pontas.

Os nomes populares são: jurubeba, jurubeba-do-sul, jurubeba-velame, velame. Essa planta é bastante parecida com diversas outras, que também são conhecidas pelo nome vulgar de jurubeba e é usada na farmacopéia popular com as mesmas indicações da verdadeira jurubeba, Solanum paniculatum. Como existem preparações comerciais à base de jurubeba, é comum que as firmas que as apresentam recebam material de plantas parecidas, inclusive de Solanum fastigiatum.

Cuidado
A ingestão de partes da planta tem causado patologias em bovinos. A ocorrência maior tem sido em épocas de carên
cia de forragem e os animais precisam ingerir a planta por um período prolongado. Estudos feitos na Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Pelotas (1985 e 1987) indicam que a sintomatologia é relacionada com disfunção cerebelar, com crises periódicas do tipo de epilepsia, que duram de alguns segundos a um minuto e são desencadeadas geralmente quando os animais são movimentados ou excitados.

Há perda de equilíbrio e quedas, ficando os animais em decúbito dorsal ou lateral, com tremores musculares. Após as crises, os animais aparentam normalidade, mas alguns estendem o pescoço numa atitude de “olhar estrelas” e buscam maior apoio com extensão dos membros anteriores. Em geral não ocorre mortalidade diretamente relacionada com o problema, mas com as quedas podem haver fraturas. A patologia se torna crônica e a regressão clínica é rara.

Solanum asperolanatum
A Solanum asperolanatum, conhecida como jupeba, é uma planta arbórea perene, com até 3 a 4m de altura, reproduzida por semente, nativa na América Tropical, com ocorrência esparsa no Brasil, geralmente confundida com outras espécies. A origem do nome vem do latim “asperu”, áspero, e “lana”, lã.

Recebe os seguintes nomes populares: jurubeba, jupeba. A planta é parecida com outras espécies de “jurubebas”, pelo aspecto geral e pelos frutos. Distingue-se de Solanum paniculatum pelo posicionamento das inflorescências e pelas flores brancas. Plantas novas podem ser confundidas com Solanum variabile, pois em ambas as espécies ocorrem pêlos ferrugíneos. É usada na farmacopéia popular com as mesmas indicações da verdadeira jurubeba, Solanum paniculatum, e também nas preparações comerciais a base de jurubeba que são preparadas indistintamente com várias espécies de Solanum.

Solanum variabile
A solanum variabile, conhecida como jurubeba falsa, é uma planta nativa na região Meridional do Brasil e regiões limítrofes dos outros países. No Brasil é relatada a ocorrência de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, com maior intensidade na região Sul, sendo muito freqüente nos estados do Rio Gra
nde do Sul e Santa Catarina com grande ocorrência nas beiras de estradas. A origem do nome vem do adjetivo latino “variabile”, variável, pela grande variabilidade na planta em geral, particularmente no formato das folhas e no tipo de pêlos. Os principais nomes vulgares são: velame, jurubeba-velame, velame-de-capoeira, jurubeba-falsa, juveva, jupicanga.

Links:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jurubeba
http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Solanum_paniculatum.htm
http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp?f_cod=182
http://www.fitoterapicos.info/jurubeba.php





Rivina Humilis

10 07 2009

Rivina_humilisPlanta nativa dos EUA, onde é conhecida por Bloodberry, Pigeon Berry e Rouge Plant. Em tradução livre seus nomes populares no Brasil seriam: Cereja-sangue, Cereja-de-Pombo e Planta Carmim.

Trata-se de uma planta herbácea de até 1 metro de altura que produz frutos ornamentais vermelhos de 5 mm de diâmetro. A planta é muito ornamental e atrai pássaros quando carregada de frutos.

No México as folhas são usadas para tratar feridas. O extrato das folhas possui propriedades bacteriostáticas (interrompe crescimento e reprodução) sobre Escherichia coli, Salmonella typhimurium, Staphylococcus e outras bactérias que causam infecção, confirma um estudo feito na Florida (EUA).

Infelizmente toda a planta é tóxica se ingerida via oral por seres humanos. Seu uso medicinal é apenas tópico.

Fontes:

http://zipcodezoo.com/Plants/r/Rivina_humilis/

http://www.anapsid.org/resources/plants-oz.html

http://www.wildflower.org/plants/result.php?id_plant=RIHU2
http://www.msue.msu.edu/objects/content_revision/download.cfm/item_id.207878/workspace_id.-30/OC0417%20Revised%20Poisonous%20plants.pdf

Rivina_humilis1

Rivina_humilis2

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