Resultados da aplicação de Superthrive e Osmocote

19 10 2009

Eis como minhas plantas ficaram bonitas após alguns meses de uso de Superthrive e Osmocote. A primavera veio com força total, diferente de tudo que já vi.
Passei anos lutando contra o calor e o vento em excesso que temos por aqui, tendo de regar as plantas até duas vezes ao dia e tendo muitos problemas com pragas e doenças. Todos esses problemas simplesmente acabaram!

A dobradinha Superthrive + Osmocote é o maior segredo da jardinagem de todos os tempos!

Brinco-de-Princesa (Fuchsia speciosa)

Brinco-de-Princesa (Fuchsia speciosa). Quem diria... Dando flor em pleno calorão tropical do Rio de Janeiro! Tenho essa planta há 5 anos e ela nunca floriu antes.

Brinco-de-Princesa (Fuchsia speciosa)

Brinco-de-Princesa (Fuchsia speciosa)

Eonymus fortunei 'Emerald Gaiety'. Essa é daquelas plantas compradas que morrem em duas semanas. Devido ao uso do Superthrive e Osmocote ela não morreu, e ainda se desenvolveu mais!

Eonymus fortunei 'Emerald Gaiety'. Essa é daquelas plantas de Supermercado que morrem em duas semanas após compradas. Essa aí não morreu, e ainda ficou mais bonita!

Impatiens walleriana 'variegata'

Impatiens walleriana 'variegata'

Acer negundo. Achei que finalmente ele ia morrer depois de anos em condição lastimável, afinal é uma planta de clima temperado, teoricamente não se aclimataria ao Rio de Janeiro. Mas com a juda do Superthrive ele rebrotou com força nessa primavera.

Acer negundo. Achei que finalmente ele ia morrer depois de anos em condição lastimável, afinal é uma planta de clima temperado (jamais se aclimataria ao Rio de Janeiro). Depois da aplicação dos produtos milagrosos ele rebrotou com força. Seja bem-vindo!

Alocasia cuprea

Alocasia cuprea

Beijos (Impatiens walleriana) e Begonias (Begonia x semperflorens)

Beijos (Impatiens walleriana) e Begonias (Begonia x semperflorens)

Palmeira Azul (Bismarckia nobilis). Ficou bem mirradinha por anos nesse vaso. Em poucas semanas após a aplicação do Superthrive ela lanções 3 folhas grandonas, em breve vai precisar de um espaço maior.

Palmeira Azul (Bismarckia nobilis). Ficou bem mirradinha por anos. Em poucas semanas após a aplicação do Superthrive ela lançou 3 folhas grandonas, em breve vai precisar de um espaço maior.

Hortênsia (Hydrangea macrophylla). Não costuma se desenvolver no Rio de Janeiro, mas com 'o segredo' elas vão maravilhosamente bem. Em breve posto fotos das flores.

Hortênsia (Hydrangea macrophylla). Não costuma se desenvolver no Rio de Janeiro, mas com 'o segredo' elas vão maravilhosamente bem. Em breve posto fotos das flores.

Meu Jardim caipira. Paisagisticamente incorreto, mas cheio de vida!

Meu Jardim caipira. Paisagisticamente incorreto, mas cheio de vida!

Lírio-da-Paz (Spathiphyllum-wallisi)

Lírio-da-Paz (Spathiphyllum-wallisi)

Noni (Morinda citrifolia). Frutificando mesmo estando em um vaso pequeno.

Noni (Morinda citrifolia). Frutificando mesmo estando em um vaso pequeno.

Salvia splendens. Dando um show mesmo à sombra. Elas nunca haviam florescido assim, é nitida a força que o hormônio e o fertilizante deram a elas.

Salvia splendens. Dando um show mesmo à sombra. Elas nunca haviam florescido assim, é nitida a força que o hormônio e o fertilizante deram a elas.

Vinca rosea

Vinca rosea

E finalmente as princesas (Salvia divinorum), crescendo como se estivessem no ambiente nativo. Parecem não se improtar com o calor anormal, nem mesmo com a falta de água.

E finalmente as princesas (Salvia divinorum), crescendo como se estivessem no ambiente nativo. Parecem não se importar com o calor anormal (Salvias odeiam calor), nem mesmo com a falta de água. Superthrive nelas!





Crescimento de Salvia divinorum

19 10 2009
Em 4 de Dezembro de 2008 ela estava assim.

Em 4 de Dezembro de 2008 ela estava assim.

Em 3 de julho de 2009

Em 3 de julho de 2009

Em 4 de agosto de 2009. Veja como cresceu!!!

Em 4 de agosto de 2009. Veja como cresceu!!!

Outras Salvias:

16 de julho de 2009

16 de julho de 2009

24 de julho de 2009

24 de julho de 2009

10 de agosto de 2009

10 de agosto de 2009

24 de agosto de 2009

24 de agosto de 2009

10 de setembro de 2009

10 de setembro de 2009

Depois disso as plantinhas foram repicadas para formar outras mudas.
Forneço mudas de Salvia dentro da melhor relação custo x benefício.
Entre em minha loja virtual.





Alternativas para aquecimento solar de água

26 09 2009

Quer aquecer água sem painel solar? Dê uma olhada nessas idéias muito originais.

Tubo solar - Aquecimento solar de água

Tubo solar - Aquecimento solar de água

A ideia mais simples para aquecer água. Basta enrolar qualquer tubo preto e já está pronto! Mais info

Faixa térmica: uma boa solução para aquecimento de água em todos os tipos de telhado. É decorativo e ainda aumenta o tempo de vida do telhado. Veja mais aqui..

Faixa Solar - Aquecedor Solar de Água

Faixa Solar - Aquecedor Solar de Água

Faixa Solar - Aquecedor Solar de Água

Faixa Solar - Aquecedor Solar de Água





Compostagem residencial

7 09 2009

Compostagem

Quando o assunto é reciclagem, muitas pessoas sabem de cor o que fazer com produtos como latas, plásticos, vidros e papéis, que atualmente podem ser separados para serem coletados pelo sistema de coleta seletiva da Comlurb (nos bairros que contam com o serviço) ou mesmo para serem levados a alguns postos de recebimento de produtos recicláveis espalhados pela cidade, como as Estações de Reciclagem Extra H2OH, encontrados em alguns supermercados da rede Extra. Mas a questão muda em relação aos produtos orgânicos, como restos de comida e cascas de frutas e verduras, que quase sempre vão parar na lixeira comum. Muitos especialistas ambientais ressaltam, no entanto, que o desperdício só ocorre pela falta de conhecimento das pessoas, já que o lixo orgânico pode e deve ser aproveitado dentro de casa.

Uma das formas mais interessantes de se utilizar produtos orgânicos é por meio da compostagem. A compostagem é um processo natural de decomposição de materiais orgânicos pela ação de microorganismos, cujo produto final é o “húmus”, um adubo natural de ótima qualidade para plantas. A técnica pode ser feita com o uso de uma caixa apropriada, mesmo dentro de ambientes pequenos, como apartamentos, e é defendida por ambientalistas.

De acordo com a consultora ambiental Tais Queiroz, que trabalha na Recicloteca, um centro de informação sobre meio ambiente e reciclagem, a compostagem é a solução ideal quando as cascas de frutas e verduras estão muito machucadas ou estragadas a ponto de não mais serem aproveitadas.

“É muito fácil criar uma caixa composteira. Com uma caixa organizadora, alguns potes de sorvete, borras de café e restos de alimentos é possível criar um composto que, num período de dois meses, vai se transformar em um ótimo adubo para plantas de vasos ou de jardim.”, explica a consultora.

Compostagem1Para Tais, o principal motivo de muitas pessoas não realizarem a compostagem é a falta de conhecimento sobre a praticidade do processo. Ela diz que muitas pessoas têm a idéia equivocada de que a caixa poderia causar mal cheiro ou atrair de insetos ou ratos.

“Não dá cheiro ruim. A borra de café ajuda a evitar o cheiro. Nos primeiros dias, aparecem uns mosquitinhos, que são aqueles que normalmente dão em frutas que estão ficando estragadas, mas, depois de alguns dias, passa. Até porque a caixa fica fechada, com apenas alguns furos para que o composto possa respirar.”, garante.

Já a consultora socioambiental Pólita Gonçalves enfatiza os benefícios que a separação adequada do lixo e o uso das composteiras trazem para o Poder Público e para os próprios cidadãos.

“Quando a pessoa diminui os materiais tóxicos dos aterros sanitários, ela otimiza a gestão dos resíduos da cidade, com o prolongamento da vida útil desses aterros e com a redução dos gastos públicos. É importante lembrar que somos nós que pagamos por essa gestão”, afirmou Pólita.

Para construir uma composteira em casa não é preciso muito espaço. De acordo com especialistas, uma pequena caixa de composto pode ser montada num espaço inferior a um metro quadrado. O composto também não precisa de sol, bastando uma área de sombra que seja arejada. Qualquer resto de frutas ou verduras pode ser utilizado. No caso de comida comum, as exceções ficam por conta de resíduos que contenham açúcar, sal ou óleo de cozinha.

A fim de disseminar a utilização da compostagem entre os cidadãos e, ao mesmo tempo, desmitificar a idéia de que é necessária uma área grande para colocar o processo em prática, a Recicloteca produziu um vídeo para ensinar como fazer um composto dentro de um apartamento.

Assista ao vídeo de como fazer no link abaixo.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/debemcomorio/mat/2009/09/04/especialistas-defendem-compostagem-como-solucao-para-lixo-organico-residencial-767470629.asp





Melhoral, Anador ou Novalgina (Justicia pectoralis)

18 07 2009

O Melhoral (Justicia pectoralis) é uma planta herbácea de até 60 cm de altura que produz flores brancas ou róseas. Suas folhas e caules contém cumarina, um anticoagulante, e DMT, um alucinógeno. É largamente utilizada como planta medicinal na América do Sul e também é usado em rapés sagrados (feitos com as sementes de duas espécies de Virola, ambas nativas da Amazônia) por ter aroma semelhante ao de baunilha.

Justicia pectoralis1O Melhoral é uma planta trepadeira ou rasteira com ramos finos que enraizam facilmente nos nós. Folhas opostas e lanceoladas com pecíolos um pouco ondulados. Flores em panículas e tubulares com 2 lábios pubescentes de cor branca, lilás ou rosa por vezes pontilhada de roxo escuro. Sementes são achatadas e aveludadas e se formam em cápsulas. A variedade stenophylla foi originalmente usado pelos povos indígenas da Colômbia e bacia do Amazonas. Várias tribos indígenas adicionavam o pó das folhas secas ao pó das sementes da Virola thetodora produzindo assim um rapé alucinógeno.

A planta contem betaína, cumarina e unbclliferone, além de DMT, um composto alucinógeno da família das triptaminas. Ramos do Melhoral são vendidos em feiras. As pessoas utilizam-se como sedativo e chá expectorante. No Panamá toma-se o chá para aliviar asias e dores nas pernas. Em Porto Rico se produz um xarope expectorante famoso produzido a partir do Melhoral. Em Guadalupe e Martinica um extrato é utilizado como digestivo e misturado com óleo vegetal é um remédio para o pulmão. As folhas são utilizadas como curativo sobre feridas. Em Trinidad, o xarope à base de Melhoral é usado para tosse, bronquite, gripe, febre e náuseas.

De fácil propagação, cresce em clima tropical e subtropical, locais onde pode tornar-se espontanea. As folhas ficam amareladas quando é cultivado em pleno sol e tornar-se verde escuro quando na sombra. Não sobrevive a geadas.

Justicia pectoralisDe acordo com o PlantaMed:

Nome científico: Justicia pectoralis Jacq. var. stenophylla Leonar.

Família: Acanthaceae.

Sinônimos botânicos de Justicia pectoralis Jacq.: Dianthera pectoralis (Jacq.) J.F. Gmel., Dianthera pectoralis (Jacq.) Murray, Ecbolium pectorale (Jacq.) Kuntze, Psacadocalymma pectorale (Jacq.) Bremek., Rhytiglossa pectoralis (Jacq.) Nees, Stethoma pectoralis (Jacq.) Raf.

Outros nomes populares: anador, cerebril, chambá, cerebril, carpinteiro, cerebril, carpinteiro, erva-de-santo-antonio, peristrofe, pingo-de-ouro, trevo-do-pará, trevo-cumarú.

Constituintes químicos: 2″-O-rhamnosil-swertiajaponina, ácido alfa-aminobutírico, ácidos palmítico, alanina, alcalóides indólicos, aminoácidos fosfoserina, asparagina, betaína, b-sisterol, cumarinas, esteárico, esteróis, fenilalanina, flavonóides, glicina,, hidroxifenil propiônicohidroxiprolina, leucina, lignanos (naftalido lignano, justicidina B), mucilagens, N-metiltriptamina, N,N-dimetiltriptamina, óleo essencial, ornitina, prolina, isoleucina, lisina, saponinas, serina, swertiajaponina, swertisina, treonina, umbeliferona, valina, vascina;
Em algumas variedades foi encontrado: ácido salicílico, álcool alifático, aminas aromáticas, esteróis, quempferol, triptaminas.

Propriedades medicinais: adstringente, analgésica, antibacteriana, antiinflamatória, afrodisíaca, anti-reumática, anti-hemorrágica das vias urinárias, béquica, broncodilatadora, cicatrizante, catamenial, expectorante, febrífuga, peitoral, peitoral, relaxante da musculatura lisa, sedante nervoso, sedativa, tranquilizante.

Indicações: afecção nervosa, afta, dermatite, catarro brônquial, corte, ferida, fígado, gastralgia, gogo de aves, gota, insônia, vias respiratórias.

Parte utilizada: folhas, ramos.

Contra-indicações/cuidados: alucinógeno em doses elevadas.

Modo de usar:
Uso interno: infusão, decocção e sumo.
Uso externo: suco e decocção (banhos).
O arilo das sementes combate o gogo de aves.

Fonte: http://www.ervamed.kit.net/plantaservas/especies/Justicia_pectoralis_stenophylla.htm





Pedilanthus tithymaloides

18 07 2009
  • Pedilanthus tithymaloides5Nome Científico: Pedilanthus tithymaloides
  • Sinonímia: Euphorbia tithymaloides, Tithymaloides myrtifolium, Tithymalus myrtifolius
  • Nome Popular: Sapatinho-do-diabo, Dois-amores, Dois-irmãos, Picão, Sapatinho-de-judeu, Sapatinho-dos-jardins, Planta-zigue-zague, Zigue-zague, Pedilanto
  • Família: Euphorbiaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América Tropical
  • Ciclo de Vida: Perene

O sapatinho-do-diabo é um arbusto suculento, de seiva leitosa, nativo das florestas tropicais secas da América Central e América do Sul. Atingindo cerca de um metro e meio de altura, ele apresenta ramos verdes, em zigue-zague, que acompanham a disposição alterna das folhas. As folhas são ovais, coriáceas e de acordo com a variedade podem ser verdes ou variegadas de branco, creme e rosa. As flores são protegidas por brácteas róseas ou vermelhas, que dão à flor um aspecto de sapatinho. Suas flores são atrativas para beija-flores e abelhas.

Pedilanthus tithymaloides de folhas variegatas

Pedilanthus tithymaloides de folhas variegatas

No paisagismo o sapatinho-do-diabo pode ser utilizado isolado ou em grupos, formando bordaduras ou maciços. Seu porte pode ser facilmente controlado através de podas. Da mesma forma, é possível estimular a ramificação e a renovação da planta com cortes periódicos. Uma planta velha e que perdeu as folhas, pode ser rejuvenescida com uma poda drástica, que deixe poucos centímetros dos ramos acima do solo. A escolha desta espécie geralmente é feita devido à sua folhagem e ramos de aparência exótica, no entanto, eventualmente a planta nos presenteia com sua delicada floração. É possível encontrar também variedades anãs, próprias para o plantio em vasos e que podem ser aproveitados na decoração de varandas e interiores.

O sapatinho-do-diabo é alvo de muitas investigações científicas, no campo da medicina e até mesmo dos combustíveis. Diversas pesquisas indicam que a planta possui substâncias antiinflamatórias, antibacterianas e antiparasitárias. Cientistas de Taiwan, obtiveram

Pedilanthus tithymaloides com flores

Pedilanthus tithymaloides com muitas flores

um combustível ceroso extraído da planta que é rico em hidrocarbonetos pesados, capaz de produzir mais energia que a gasolina. Na Índia, onde escapou ao cultivo, o sapatinho-do-diabo é considerado uma importante planta daninha e pode ser encontrado em muitos terrenos baldios.

O latex da planta é efetivo na remoção de verrugas.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado com moderação. Tolerante a solos pobres e curtos períodos de estiagem. Aprecia o calor, não tolerando frio intenso, geadas ou encharcamento. Quando enfrenta seca muito prolongada perde as folhas. As fertilizações devem ser restritas à primavera e verão. Multiplica-se por facilmente por estacas. Deve-se ter muito cuidado ao manipular e podar a planta, pois seu látex é cáustico e tóxico, podendo causar queimaduras em contato com a pele e mucosas.

Fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/pedilanthus_tithymaloides.php

Pedilanthus tithymaloides2Nome científico Pedilanthus tithymaloides (L.) Poit.

Família: Euphorbiaceae.

Sinônimos botânicos: Euphorbia tithymaloides L.

Outros nomes populares: dois-irmãos, picão, sapatinho-de-judeu, sapatinho-do-diabo, sapatinho-dos-jardins.

Propriedades medicinais:
- extrato da raiz e o látex: vomitivos;
- látex: cáustico enérgico e acre, calicida, anti-hemorrágico.

Indicações: sífilis, úlceras, verrugas, regenerar carne dilacerada, amenorréia.
Pedilanthus tithymaloides variegata
Parte utilizada: toda a planta.

Contra-indicações/cuidados: por encerrar látex cáustico e tóxico, o uso da planta deve ser feito sob orientação médica.

Modo de usar: Utiliza-se externamente. O uso interno só mediante orientação médica.
Decocção de toda a planta: amenorréia.

Algumas espécies do gênero: Pedilanthus.

Fonte: http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Pedilanthus_tithymaloides.htm





“Humus Sapiens” a solução!

14 07 2009

Video de divulgação do Sanitário Seco “Húmus Sapiens” desenvolvido pelo Ecocentro IPEC em PIrenopolis, Goias, Brasil. O Húmus Sapiens foi finalista do prêmio Tecnologia Social promovido pela Fundação Banco do Brasil em 2005.





Jurubeba (Solanum paniculatum)

10 07 2009
Jurubeba (Solanum paniculatum)

Jurubeba (Solanum paniculatum)

A jurubeba (Solanum paniculatum L) é uma planta medicinal de sabor amargo, comum em quase todo o Brasil.

A infusão do seu caule e da sua raiz em álcool de cana (cachaça) é popularmente utilizada como aperitivo e como digestivo.

A medicina popular recomenda o seu chá como tônico cardiovascular, estimulante do apetite, do fígado (colagogo) e do baço, contra problemas da digestão, diurética, hipoglicemiante, antianêmica, febrífuga e cicatrizante. É também eficiente nos seguintes casos: Febre, hidropsia, doenças do fígado, diabetes, tumores do útero e abdomen, anemias, inflamações do baço, problemas de bexiga e ressaca.

Há casos de utilizações da Jurubeba em tratamento de afecções da pele, como a acne.

Considerada uma planta invasora, devido à sua facilidade de colonização dos mais variados tipos de ambientes.

Solanum_paniculatum1

Espécies semelhantes:

Solanum fastigiatum
A Solanum fastigiatum, conhecida como jurubeba do sul, é uma planta nativa na região Sul do Brasil, ocorrendo também nos países da Bacia do Prata. Comum no Rio Grande do Sul, especialmente na Depressão Central; pr
esente também em outros estados sulinos. A origem do nome vem do adjetivo latino “fastigiatum”, “que termina em ponta”, motivado pelos ramos fasciculados da inflorescência, que apresentam frutos em suas pontas.

Os nomes populares são: jurubeba, jurubeba-do-sul, jurubeba-velame, velame. Essa planta é bastante parecida com diversas outras, que também são conhecidas pelo nome vulgar de jurubeba e é usada na farmacopéia popular com as mesmas indicações da verdadeira jurubeba, Solanum paniculatum. Como existem preparações comerciais à base de jurubeba, é comum que as firmas que as apresentam recebam material de plantas parecidas, inclusive de Solanum fastigiatum.

Cuidado
A ingestão de partes da planta tem causado patologias em bovinos. A ocorrência maior tem sido em épocas de carên
cia de forragem e os animais precisam ingerir a planta por um período prolongado. Estudos feitos na Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Pelotas (1985 e 1987) indicam que a sintomatologia é relacionada com disfunção cerebelar, com crises periódicas do tipo de epilepsia, que duram de alguns segundos a um minuto e são desencadeadas geralmente quando os animais são movimentados ou excitados.

Há perda de equilíbrio e quedas, ficando os animais em decúbito dorsal ou lateral, com tremores musculares. Após as crises, os animais aparentam normalidade, mas alguns estendem o pescoço numa atitude de “olhar estrelas” e buscam maior apoio com extensão dos membros anteriores. Em geral não ocorre mortalidade diretamente relacionada com o problema, mas com as quedas podem haver fraturas. A patologia se torna crônica e a regressão clínica é rara.

Solanum asperolanatum
A Solanum asperolanatum, conhecida como jupeba, é uma planta arbórea perene, com até 3 a 4m de altura, reproduzida por semente, nativa na América Tropical, com ocorrência esparsa no Brasil, geralmente confundida com outras espécies. A origem do nome vem do latim “asperu”, áspero, e “lana”, lã.

Recebe os seguintes nomes populares: jurubeba, jupeba. A planta é parecida com outras espécies de “jurubebas”, pelo aspecto geral e pelos frutos. Distingue-se de Solanum paniculatum pelo posicionamento das inflorescências e pelas flores brancas. Plantas novas podem ser confundidas com Solanum variabile, pois em ambas as espécies ocorrem pêlos ferrugíneos. É usada na farmacopéia popular com as mesmas indicações da verdadeira jurubeba, Solanum paniculatum, e também nas preparações comerciais a base de jurubeba que são preparadas indistintamente com várias espécies de Solanum.

Solanum variabile
A solanum variabile, conhecida como jurubeba falsa, é uma planta nativa na região Meridional do Brasil e regiões limítrofes dos outros países. No Brasil é relatada a ocorrência de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, com maior intensidade na região Sul, sendo muito freqüente nos estados do Rio Gra
nde do Sul e Santa Catarina com grande ocorrência nas beiras de estradas. A origem do nome vem do adjetivo latino “variabile”, variável, pela grande variabilidade na planta em geral, particularmente no formato das folhas e no tipo de pêlos. Os principais nomes vulgares são: velame, jurubeba-velame, velame-de-capoeira, jurubeba-falsa, juveva, jupicanga.

Links:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jurubeba
http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Solanum_paniculatum.htm
http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/ver_1pl.asp?f_cod=182
http://www.fitoterapicos.info/jurubeba.php





Rivina Humilis

10 07 2009

Rivina_humilisPlanta nativa dos EUA, onde é conhecida por Bloodberry, Pigeon Berry e Rouge Plant. Em tradução livre seus nomes populares no Brasil seriam: Cereja-sangue, Cereja-de-Pombo e Planta Carmim.

Trata-se de uma planta herbácea de até 1 metro de altura que produz frutos ornamentais vermelhos de 5 mm de diâmetro. A planta é muito ornamental e atrai pássaros quando carregada de frutos.

No México as folhas são usadas para tratar feridas. O extrato das folhas possui propriedades bacteriostáticas (interrompe crescimento e reprodução) sobre Escherichia coli, Salmonella typhimurium, Staphylococcus e outras bactérias que causam infecção, confirma um estudo feito na Florida (EUA).

Infelizmente toda a planta é tóxica se ingerida via oral por seres humanos. Seu uso medicinal é apenas tópico.

Fontes:

http://zipcodezoo.com/Plants/r/Rivina_humilis/

http://www.anapsid.org/resources/plants-oz.html

http://www.wildflower.org/plants/result.php?id_plant=RIHU2
http://www.msue.msu.edu/objects/content_revision/download.cfm/item_id.207878/workspace_id.-30/OC0417%20Revised%20Poisonous%20plants.pdf

Rivina_humilis1

Rivina_humilis2

Temos sementes de Rivina humilis em nossa loja virtual.





Receita do Bokashi e EM-4

10 07 2009

Bokashi (nitrogenado)

- por Chillibrain no website https://www.pimentas.org/forum (é https mesmo).

Torta de mamona – 50kg
Farelo de (peixe, soja ou algodão) – 50 kg
Farelo de osso – 50kg
Esterco de aves seco – 100 kg
Farelo de (arroz ou trigo) – 15 kg
Maisena – 1 kg
Solo virgem – 250kg
Inoculante (EM) – 1/2 kg a 2 kg (EM = Efective Microorganism = lacto bacilus, trichoderma, levedura, aspergilus e actinomicetos)
Açucar mascavo ou melaço – 1kg

Bokashi (fosforado)

Solo virgem – 400kg
Esterco de Aves – 40kg
Farelo de ossos – 120kg
Farelo de (arroz ou trigo) – 15kg
Maisena – 1kg
Inoculante EM – 1/2 a 2kg
Açucar mascavo ou melaço – 1kg

Para menores proporções só dividir tudo pelo mesmo número.

Procedimento:

1) Sobre a terra virgem esparramar os ingredientes (cada um por vez) e misturar bem;
2) Aspergir água durante o processo de mistura para evitar pó;
3) Distribuir os inoculantes, durante o processo de homogeneização da mistura;
4) Após 3 dias fazer a 1ª revirada. Caso a temperatura da mistura ultrapasse 50º C faça a revirada antes;
5) Revirar diariamente na 1ª semana – (após a 1ª revirada ou 3 dias após início);
6) Após uma semana esparramar a mistura para facilitar o secamento;
7) Uma vez seca, a mistura está pronta para o uso.
Uso:
1) Covas: mudas de hortaliças: um punhado
2)Canteiros: um punhado
3)Como adubo complementar: 300kg/1000m2
A água deve ser limpa e isenta de, se possível, de bactericidas; a quantidade de água deve ser em torno de 30%.
O produto deve ser utilizado em um período máximo de 6 meses.

KENKI BOKASHI

- por Neco Torquato do blog: http://mungoverde.blogspot.com

“Existem dois tipos de Bokashi, o conhecido pelo mesmo nome que é de fermentação aeróbica, igual as fórmulas que o Chillibrain passou, e o Kenki Bokashi, que é o de fermentação anaeróbica. Os dois tipos servem para a mesma coisa, melhorar as condições físicas, biológicas e químicas do solo.

Eu uso uma fórmula de KENKI BOKASHI, que tem a única vantagem sobre o BOKASHI de não precisar ficar revirando a mistura (passos 4 e 5 dos procedimentos do Chillibrain).

Geralmente faço em um barril de 60 lts e adaptei essa fórmula para um amigo fazer em uma balde de 10 lts:

Materiais:
- 1 balde de 10lts com tampa (ou um recipiente equivalente que possa ser bem tampado);
- 1 saco plástico (eu uso de lixo preto de 30lts para o balde de 10lts e de 100lts para o barril de 60lts);

Produtos:
4,5 kg de farelo de arroz (ou trigo, soja, etc… ou ainda um mix destes)
1 kg de torta de mamona
0,6 kg de farinha de osso
0,5 kg de cinza de madeira
0,5 kg de palha de arroz ou casca de café
1 lt de solução EM-4 ativado (980 ml de água de nascente/mina, 10 ml de EM-4 e 10 g de açúcar)

Procedimentos:
1 – Misture bem os ingredientes secos (farelo, torta, farinha, cinza e palha);
2 – Acrescente a solução de EM-4 até os ingredientes ficarem bem umedecidos. Este preparado deve ter um teor de umidade que, ao formar um bolinho da mistura na mão e aperta-lo entre os dedos, sua consistência se mantenha mesmo depois de aberta a mão;
3 – Coloque um saco plástico sem nenhum furo dentro do balde de 10 lts;
4 – Despeje a mistura preparada dentro do balde forrado e compacte o mais que puder;
5 – Feche o saco plástico de modo que não entre ar na mistura. Preencha o espaço entre o saco plástico e a boca do balde com farelo de arroz e então feche a tampa do balde. ATENÇÃO – É aqui que mora o segredo do Kenki Bokashi: A temperatura da fermentação anaeróbica não ira passar dos 50ºC. Para que ela ocorra perfeitamente não deve sobrar nenhum espaço com ar dentro do saco/balde. Qualquer abertura que possibilite a entrada de ar, resultará em má fermentação da mistura e elevação da temperatura que poderá passar dos 50ºC;
6 – Acondicione o balde em um local fresco e seco por um período de 15 a 20 dias;
7 – Após esse prazo, abra o balde e o saco plástico e se exalar:
a) um cheiro agridoce, a fermentação ocorreu com sucesso e o produto pode ser usado imeditamente.
b) um cheiro fétido e nada agradável, provavelmente você não compactou direito a mistura ou deixou entrar ar durante a fermentação. Nesse caso a mistura deve ser descartada.
8 – O Kenki Bokashi deve ser usado imediatamente, ou seco na sombra, para que não entre em processo de fermentaçãp aeróbica com elevação de temperatura. O kenki bokashi seco, assim como o bokashi, devem ser armazenados por, no máximo, 6 meses.

O kenki bokashi eu uso no preparo do solo/canteiros e nos berços (cova é para defunto). Uso também misturado a matéria orgânica que coloco no meu minhocário e jogo sempre um pouco na composteira pois ajuda na degradação da matéria orgânica e diminui muito o cheiro do composto.

Após pronto os canteiros da horta, rego com uma solução de EM-4 ativado + água a 1:300, deixo descançar por uma semana e planto as hortaliças. Já para os berços das árvores, após preparados, rego com a mesma solução de EM-4 a 1:500, deixo descançar p/ 3 meses e, uma semana antes do plantio da semente ou transplante das mudas, rego novamente com uma solução á 1:1000.

Tanto para hortaliças, como para as árvores, uso a mesma solução de EM-4 a 1:1000 e faço pulverizações foliares quinzenais, misturado com biofertilizante. Se tiver um solo com a estrutura ruim e/ou notar que a saúde das plantas não vai bem, pode fazer pulverizações semanais até você notar uma melhor, então você volta a pulverizar quinzenalmente.”

RECEITA DO EM-4

- por Lucas Wallace no fórum do “Pimentas.org”

“O inoculante EM-4 é um preparado de microorganismos que aceleram o processo de compostagem.
Trata-se de consórcio de microorganismos, é um inóculo importado do Japão pela Fundação Mokiti Okada. Entre os microorganismos você encontra Bacillus e outros, sua concentração gira em torno de 10 na 4, UFC, baixa considerando os diversos produtos do mercado, a utilização de melaço de cana é comum para sua inoculação pois, uma vez inoculado há reprodução dos microorganismos o melaço funciona como substrato para esta reprodução. Primeiro tem que fazer uma panelada de arroz bem papa, e lembre-se de não usar água com cloro. Depois pegue um gomo inteiro de bambu e rache-o ao meio, formando duas canoas. Encha as duas canoas de bambu com o arroz cozido e una novamente as duas e amarre-as. Aí que vem a parte mais complicada, procurar ao redor de algum bambuzeiro aquele fungo branco que se forma nas folhas de bambu, em seguida enterrar o gomo de bambu com o arroz cozido papa revestido com a folha contendo o fungo branco E aí é esperar algum tempo até o fungo tomar conta do arroz do bambu. Depois adicione o arroz do bambu em aproximadamente 10 litros de água e espere ativar.

(RECEITA CASEIRA DO MESMO)
1-cozinha-se 700 gr de arroz sem óleo e sem sal.
2.enterra-se a vasilha com o arroz cozido em uma mata ou ambiente bem preservado e espere de 4 a 7 dias.
3.desenterre a vasilha e separe os mofos(fungos) de cores escuras e jogue-os fora.
4. o restante de cores claras e vivas misture com 9 litros de água + 1 litro de melado ou 1 kg de rapadura. Tampe e aguarde + 7 dias.
Esta pronto o EM 4. Se voce colocar yakult ou iogurte natural você terá o EM5.
Encontrei essa receita na comunidade Agricultura orgânica, ISSO PODE ACELERAR A RECUPERAÇÃO DE UM SOLO DEGRADADO REVERTENDO UM DESEQUILÍBRIO BIOLÓGICO. Abraço, Lucas Wallace.”

Finalizando, observamos que a adubação orgânica é ideal para revertermos o quadro de degradação do solo recuperando e corrigindo problemas de acides e deficiências de macro e micro elementos, interagindo na  prevenção de pragas e doenças nas plantas, sem que seja necessário para isso uso excessivo de fertilizantes químicos industriais   ou venenos organo-fosforados dentre outros. A Natureza agradece quando praticamos cultivo orgânico! Vamos abraçar essa idéia!